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[BÔNUS] Composição Musical - 7E
In 4 Bim/2021 - 7 ano
[7E] Resenha - O Rei Arthur
In 3 Bim/2021 - 7 ano
pedrookino
17 de set. de 2021
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Leitura e Atualidades - 7E
In 3 Bim/2021 - 7 ano
pedrookino
14 de set. de 2021
A) Passados 25 anos da estreia das urnas eletrônicas nas eleições brasileiras, o uso dessas máquinas está novamente em pauta. A discussão foi puxada pelo presidente Jair Bolsonaro, que acusa o modelo de não ser confiável e alega que houve fraudes na votação de 2018, a mesma em que ele se elegeu. Bolsonaro quer que, a partir da eleição presidencial de 2022, os números que cada eleitor digita na urna eletrônica sejam impressos e que os papéis sejam depositados de forma automática numa urna de acrílico. A ideia dele é que, em caso de acusação de fraude no sistema eletrônico, os votos em papel possam ser apurados manualmente. O tema já está no Congresso Nacional. Em maio, a Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para estudar uma proposta de emenda à Constituição que institui o mesmo modelo de voto impresso pregado pelo presidente da República. A PEC 135/2019 foi redigida pela deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) e tem como relator o deputado Filipe Barros (PSL-PR), ambos integrantes da base governista. Barros acaba de apresentar seu parecer, favorável à aprovação da PEC. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pela organização das votações brasileiras, refuta as acusações de vulnerabilidade do sistema eletrônico. Em nota enviada à Agência Senado, diz que utiliza o que há de mais moderno em tecnologia para garantir “a integridade, a confiabilidade, a transparência e a autenticidade do processo eleitoral”. “Desde que foi adotada, em 1996, a urna eletrônica já contabiliza 13 eleições gerais e municipais, além de um grande número de consultas populares e pleitos comunitários, sempre de forma bem-sucedida, sem qualquer vestígio ou comprovação de fraude”, afirma o TSE. De acordo com o relatório “Refugiado em Números”, elaborado pelo Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), no ano de 2020 o Comitê analisou 63.790 solicitações de refúgio e reconheceu 26.577 pessoas como refugiadas. O maior contingente de refugiados são venezuelanos, sírios e congoleses. B) Essas pessoas saem ou são expulsas de seus países por sofrerem graves violações de direitos humanos, por perseguições relacionadas a raça, religião, opinião política ou por pertencerem a determinados grupos sociais. Ao deixarem seus países, os refugiados encontram muitas dificuldades para se recolocar no mercado de trabalho no país em que se refugiam, mesmo que tenham um extenso currículo e experiência. A solução muitas vezes acaba sendo apostar no empreendedorismo e criar o próprio negócio. C) Altos níveis de vitimização por bullying, consumo excessivo de álcool e o uso de substâncias para perda de peso sem receita médica estão associados a níveis mais elevados de sintomas de transtornos alimentares (TA) em adolescentes de ambos os sexos. Essa é a principal constatação de uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com mais de 5 mil alunos de escolas públicas de Fortaleza, Eusébio e São Paulo. No Ceará, cerca de 3 mil responderam ao questionário anônimo. O álcool foi a droga utilizada mais frequentemente pelos estudantes (30,9%) no ano anterior à pesquisa. Além disso, 44% se disseram vítimas de bullying e 45,7% apresentaram mais de um sintoma de TA. De acordo com o Ministério da Saúde, essa categoria inclui a compulsão alimentar, a anorexia e a bulimia, podendo levar ao emagrecimento extremo, à obesidade ou a outros problemas físicos, bem como à depressão e a transtornos de personalidade.
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pedrookino

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